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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Beleza inteligente em cada idade


Para manter a pele jovem e sadia por mais tempo é importante adotar cuidados de beleza rotineiros. Nosso corpo se transforma com o passar dos anos e a consciência destas alterações faz muita diferença para saber se cuidar bem.

Já a partir dos 20 anos a taxa de produção celular diminui e os mecanismos de defesa do nosso organismo perdem a efetividade natural. Mas é entre 40 e 50 anos, que além do menor ritmo de renovação celular e a perda da capacidade de retenção da água, os efeitos cumulativos da agressão solar e o contato com as mais variadas formas de liberação de radicais-livres, como o stress, a poluição, o cigarro e ingestão de bebidas alcoólicas, entre outros, são somadas as mudanças hormonais, que geram uma séria de reações bioquímicas no organismo da mulher.

Veja o que acontece com seu corpo em cada idade e quais as atitudes inteligentes que colaboram para a beleza e boa aparência geral.

Depois dos 20 anos: Desde os primeiros dias de vida precisamos estar protegidos da radiação solar, para evitar seus efeitos nocivos. Nossa pele tem uma espécie de conta-corrente de radiação solar, aonde a ação dos raios UVA e UVB vai se acumulando durante a vida, o que colabora fortemente para o envelhecimento precoce da pele. Quem tem mais de 20 anos e mora no Brasil já gastou por volta de 75% da sua cota de radiação solar destinada à vida, portanto a dica mais importante para cuidar da pele nessa idade se refere à proteção solar diária.

Escolha uma formulação hidratante específica para seu tipo de pele, optando por produtos com FPS em torno de 15. Caso sua atividade exija exposição solar intensa, um bloqueador com FPS-30 é o mais indicado.

Não esqueça de limpar e tonificar a pele 2 vezes por dia para manter sua superfície sempre limpa e livre dos cravos e espinhas. Limpeza semanal mais profunda, com esfoliantes mecânicos, para livrar a pele dos resíduos e impurezas endógenos e exógenos, também ganha um valor enorme nesta época da vida, e deve ser um hábito para todos os outros períodos que virão.

Entre 30 e 40 anos: Vitalidade da pele vai diminuindo, a flacidez e celulite começam a se instalar nos corpos que não são trabalhados. O verbo mais importante nessa faixa etária é exercitar-se. Importante juntar um trabalho aeróbico, como caminhada acelerada, corrida, ciclismo, entre outros, ao trabalho de fortalecimento muscular, que pode ser feito com musculação, pilates e até yoga, nas variações mais intensas. O sono deve ser respeitado ao máximo, guardando minimamente 8 horas para descanso diário. A alimentação deve ser enriquecida com fitormônios naturais de soja e a ingestão de líquidos hipocalóricos e ricos em fibras deve ser caprichada, para prevenir problemas posteriores.

Depois dos 40: O último período menstrual que caracteriza a menopausa ocorre, em média, entre os 45 e 54 anos, trazendo um quadro de hipoestrogenismo que acarreta uma piora significativa para a qualidade da pele. A camada de gordura da hipoderme começa a desaparecer, há diminuição dos tecidos conjuntivos e perda de sustentação dessa pele, o que a torna menos maleável, flácida e propensa a formação de rugas.Além disso, a cicatrização do tecido cutâneo torna-se mais lenta, a pigmentação da pele fica irregular e há uma dilatação progressiva dos vasos cutâneos, tudo isso decorrente da ação conjunta do foto-envelhecimento associado ao envelhecimento cronológico.

É mesmo depois dos 40 que o cuidado geral com a pele, corpo e cabelos precisa ser intensificado.

De forma geral pode-se interferir na capacidade de retenção de água e diminuir a formação de radicais-livres na pele através do uso de formulações cosméticas hidratantes e protetoras. Ingredientes que têm a capacidade de restaurar o manto natural que protege a pele, como óleos vegetais, seguram a água nas camadas mais externas da epiderme, evitando sua desidratação e ressecamento.

Quanto as alterações de pigmentação, somente os dermatologistas e médicos especialistas podem avaliar com precisão o tipo de mancha e prescrever o tratamento clareador mais adequado, eliminando a possibilidade de esconder uma pinta potencialmente danosa, ou mesmo um melanoma ou carcinoma.Rugas e alterações do relevo cutâneo podem ser eliminadas por processo cirúrgico de remoção ou tratamentos a laser e devem, obviamente, ficar sob responsabilidade do médico especialista.

Dos 60 para cima: Esta faixa etária é referida como a fase peri e pós-menopausa, onde o quadro de diminuição do Colágeno do tipo IV, que é produzido pelos queratinócitos e secretado para o espaço extracelular, já está completamente estabelecido.

A membrana basal aumenta de espessura, enquanto a epiderme diminui de espessura e a pele torna-se pouco resistente, sem elasticidade e sofre uma drástica diminuição da vascularização da derme.

As células epidermais de Langerhans diminuem em número, o que dificulta a resposta imunológica da pele. Há diminuição da produção sebácea e sudorífera fazendo com que a pele da mulher entre 50 e 60 anos fique fragmentada, com as fibras muito desintegradas, sem luminosidade ou viço. As rugas já aparecem em número, comprimento e profundidade bem maiores, comprometendo a aparência de forma evidente. Aqui também os danos actínicos são fatores de piora sensível para a aparência da pele, com a evidencia das manchas solares, queratose actínica e pigmentação irregular.

Séruns noturnos, que são formulações concentradas em ativos, em base bem leve e evanescente, são os maiores aliados para manter a pele madura em perfeito estado. Massagem facial diária com cremes e emulsões ricas em vitaminas e minerais ajudam muito a manter a maciez e elasticidade dos 20 anos.

Mas as regras básicas para a Beleza Inteligente não mudam nunca: alimentação equilibrada, exercícios físicos rotineiros e cuidados cosméticos específicos, acompanhados de 

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